Ritual

Esta página é só uma prévia. Tudo aqui ainda vai mudar.

Por que um rito

Se fosse só música e cerveja, faltaria lugar para o encontro real. É isso que o rito dá, não crença. Quando juntamos pessoas, é para levar a experiência a algum lugar.

Vigília da Zeladora

Encontros marcados por datas simbólicas: fim da Semana Santa, Quarta de Cinzas, ciclo da lua, eventos do clima, dias de santos e de entidades de matriz africana, e as pautas de pertencimento ao território, à comunidade e ao amor.

Quem não conhece a Zeladora vai ter que procurar saber quem ela é.

Como acontece

Entrar na casa

A casa fica aberta. Para receber o colar, é preciso querer entrar ou receber o chamado.

Com as entidades, o convite é se relacionar. Quem quiser pode encená-las, e qualquer pessoa pode entrar em qualquer uma.

Para a casa não virar seita

Amor é a decisão de continuar vivo. Amor não é sobre sacrifício.

Casamento simbólico

Vale só dentro da Casa Muda, sem papel nem padre. Não exclui relações com mais de duas pessoas: preferência pessoal não vira regra da casa.

Tudo é escrito. Há um voto base, comum a todos (cuidado, verdade, proteger a beleza da vida do outro), e as cláusulas de cada união, inclusive o que é traição para aquelas pessoas. Ficam no livro da casa, são lidas em voz alta no rito e assinadas.

Antes, a Zeladora, com um arlequim presente, faz as perguntas difíceis. Quem decide é quem se casa.