O Malandro

Entidade

Ameaça cotidiana da rua: aparece sem explicação, "simplesmente já estava dentro". Lábia e insistência. Não respeita o limite do outro e não sabe receber não. Tem o da rua e tem o limpo e cheiroso; os dois entram sem ingresso. Não lê as pessoas: tem técnicas.

Muda a tática, nunca o alvo. Diz o que quer, mas o que diz quase nunca é o que quer de verdade. Se cuida ou não, nunca fica claro: tudo nele fica no limiar. Inconsistente na consistência, consistente na inconsistência. Quer pertencer, como a Madame. Não seduz por nada, e mesmo assim há quem se sinta seduzido por ele.

Energia para integrar, não combater. Às vezes, absorver um pouco do Malandro é necessário para navegar o mundo real; o limite é o corpo, que é sagrado.

Carta invertida

Degradado pelo Oriferrum: usa o mineral como droga. Neurótico, caótico, deixa rastro de sujeira. Só sabe se comunicar pelo confronto.

Sobrevivência

Reflexo e tática.

No mesmo eixo: O Rancor.